domingo, 1 de maio de 2011

BUSCA
















Eu ia andando assim.


Um pé depois do outro,

e o outro após o um.


A cavalo na incerteza

sobre um caminho novo.


Como quem

prova a rota

toda inteirinha nova, olhando tudo em volta,

e ia desconfiando.


Ia cheirando o ar,

riscando a canivete

o rumo, o trilho, o norte: a zona de conforto.


Aonde é que eu vou agora, ó vida?


Onde é que eu atrelo o burro, e que eu desço da sela,

e entrego a rédea a alguém,

e relaxo um pouquinho,

e descanso um pouquinho?



8 comentários:

Andressa disse...

:)

oportunidade em blog disse...

parabens mto legal!

Renata de Aragão Lopes disse...

Nem todo dia é de busca.
Há dias de paragem.

.............................

E acredita, Dalva,
que essa mensagem
me vem hoje
pela segunda vez? : )

Gosto muito de vir aqui!

Beijo,
Doce de Lira

Renata de Aragão Lopes disse...

Dalva,
acabei de dialogar com seu poema!

"Pontual"
já está publicado no Doce de Lira!

Um beijo
e grata pela inspiração,

angela disse...

Quando descobrir me avise.
beijo

Gabriel Revlon disse...

Busca, eterna buscaa

Flávia Amaro disse...

Este poema nos transporta, consegui vislumbrar fenômenos lendo. Abraços.

Lilian Keity disse...

Acho que este poema serve pra todos que estão em busca de um ideal..amei! Ele diz meu momento atual..