Um dia eu saí da tua vida,
de mãos vazias,
porque sem isso, eu morria.
Deixei para trás as algemas,
do hábito,
da conveniência e do medo.
Deixei a garrafa vazia,
o cigarro aceso,
e aquela impressão de naufrágio.
Não trouxe nada comigo,
só a absoluta certeza
de que fomos um baita engano.
2 comentários:
Belo engano!
En ce 25 décembre Joyeux Noël là bas au chaud du Brésil... Bisous
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