segunda-feira, 29 de março de 2010

SÓ DE VEZ EM QUANDO
















poema meu in MIRADA ANTERIOR, o blog cabeça


Só de vez em quando,

(quando muda a lua)

eu grudo a minha boca na tua orelha,


E sussurro besteiras
(obscenidades)
mio, gemo e urro feito besta-fera,

Mas, só de vez em quando,
(eu dou de mariposa)
de mulher de bandido e peço pra apanhar,


Aceito as carícias
(mais despudoradas)

como se eu fosse flor e fosse primavera.


foto: Marcelo Grassmann

3 comentários:

manuel marques disse...

Lindíssimo poema.

Beijo.

ONG ALERTA disse...

Só de vez enquando, não sempre que tiver vontade, lindo paz.

Renata de Aragão Lopes disse...

Despetalada...