sábado, 3 de janeiro de 2009

ALEGRIA


Ah, quando você ri,
formando covinhas
dos lados da boca...

E, quando você ri,
com a cabeça prá trás,
ajeitando o cabelo...

Ah, amor eterno amor!

Quando você ri,
sinto a obrigação,
(mesmo não sendo noite)
de enxergar estrelas.

E, mesmo tendo frio,
(do mais absoluto)
queimo eternamente no fogo da alegria.

foto: "Lovers in the moonlight" - Marc Chagall

7 comentários:

Jean disse...

Alégria ...

Oui , je vous souhaite beaucoup de joies , beaucoup de rires , beaucoup de rêves , beaucoup de lumières dans les yeux de ceux que vous aimez .

DE-PROPOSITO disse...

Ah, quando você ri,
---------------
Rir é bom. E, regra geral é contagiante.
Fica bem.
E a felicidade por aí.
Manuel

ROSÁLIA LERNER disse...

Oi Dalva
Obrigada pelos comentários,muito bom seu trabalho,parabéns,vamos nos "lendo"!!!
Um abraço
Rosália

Dona Sra. Urtigão disse...

Ainda bem que existe quem transforme meros signos em emoções.
Bravo!
Abç

Dona Sra. Urtigão disse...

Descrição perfeita e impecável. Emoção idem
Linda poesia.

Legabal disse...

El amor que te alza tan alto que da vértigo, el vértigo de los enamorados, siempre ardiendo en el fuego de la alegría.
Lo has expresado muy bien, Dalva, poeta siempre enamorada.
Bravo e beijos.

CeciLia disse...

Dal,
adorei a obrigação tão poética de enxergar estrelas frente ao riso do Amor. Adorei, pra não dizer menos, teu poema todo. Sobre fotografar com ou sem máquinas: a retina do poeta, que não manda imagens pro cérebro, mas pralgum lugar do coração, é seu melhor registro (esse tu tens e sobra!). Beijos