
Já eu, me dano:
eu digo não ao medo
(eu ergo o dedo)
à sanha do gambé
Um não à plasta amorfa,
à folha amarfanhada,
à grana do cartel,
à grana do bordel
Não,
não à morte matada
(o cento e vinte e um)
ao roubo,
o estelionato,
e às manhas do pedófilo
à miséria,
(a fome)
essa uma, a messalina,
que nos pariu a todos, ao soldado e a mim.
também publicado no blog cabeça MIRADA ANTERIOR


